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Wakeboard masculino

Wakeboard masculinoJogos Pan-Americanos – Lima 2019 – Esqui Aquático – Wakeboard masculino

Chances do BrasilWakeboard masculino

O Wakeboard masculino é a prova em que o Brasil tem mais chances de triunfar. Isso porque o representante do Brasil será mais uma vez Marcelo Giardi, o Marreco.

Ele pode disputar o Pan-Americano pela terceira vez e ir em busca de sua terceira medalha, depois de levar o ouro em 2007 e a prata em 2011. Seu mais recente resultado foi o bronze no Wakeboard masculino nos Jogos Sul-Americanos de praia, realizado em março deste ano.

Local de competição

Lagoa de Bujama

Local: Cañete, Lima

Nossos pódios

O Esqui Aquático passou a integrar o programa dos Jogos Pan-Americanos na edição de 1995, mas o Wakeboard foi incluído apenas em 2007. Desde então, o Brasil soma duas medalhas, conquistadas justamente por Marcelo Giardi, o Marreco.

Ele conquistou a medalha de ouro já em 2007 e em 2011, ficou inicialmente com o bronze, que acabou virando prata depois de um canadense ser pego no doping.

Medalhistas

 

ANO Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
2007 Marcelo Girardi
Brasil
Brad Buskas
Canadá
Edgardo Martín
Argentina
2011 Andrew Adkison
EUA
Marcelo Girardi
Brasil
Alejo de Palma
Argentina
2015 Rusty Malinoski
Canadá
Daniel Powers
EUA
Juan Mendez
Venezuela

Quadro de medalhas

Ordem País Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total
1  Brasil 1 1 0 2
 Canadá 1 1 0 2
 EUA 1 1 0 2
4  Argentina 0 0 2 2
5  Venezuela 0 0 1 1

A provaWakeboard masculino

No esqui aquático, o competidor desliza sobre a água, apoiado em um ou dois esquis, puxados por um barco. Os objetivos variam de acordo com a modalidade de competição: percorrer um determinado percurso, fazer evoluções ou realizar saltos a partir de uma rampa. Nesta categoria, a prova é realizada com uma prancha tipo snowboard.

Em competições oficiais, o barco deve ter 5,9m de comprimento e motor de 300 cavalos. Para evitar que a variação de velocidade interfira na performance do esquiador, a embarcação é dotada de um sistema automático que mantém a aceleração constante. Caso ocorra alguma variação de velocidade que prejudique o esquiador, este tem direito de refazer o percurso.

O barco é equipado com um sistema de cronometragem automática que registra os tempos dos percursos em tempo real. Se der fora das tolerâncias, o esquiador tem direito a uma nova passada (chamada de “reride”).