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Jogos Sul-Americanos

Brasil é ouro por equipes e faz dobradinha no individual geral

A exemplo do que fez a seleção masculina no primeiro dia da ginástica artística, as meninas do Brasil conquistaram três medalhas em sua estréia nos Jogos Sul-Americanos de Cochabamba

Depois de ganhar uma medalha de ouro, uma de prata e uma de bronze no masculino no primeiro dia de disputas da ginástica artística nos Jogos Sul-Americanos, que estão sendo realizados em Cochabamba, na Bolívia, o Brasil teve desempenho semelhante entre as mulheres nesta segunda-feira. O país garantiu a medalha de ouro por equipes e conseguiu uma dobradinha no pódio do individual geral com prata para Flávia Saraiva e bronze para Jade Barbosa.

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Na competição por equipes, o Brasil somou 210,200 pontos, conseguindo boa vantagem sobre a Argentina, que ficou com a medalha de prata com 202,733. A Colômbia terminou com o bronze com 196,768.

No individual geral, as brasileiras eram favoritas, mas a vitória acabou com a surpreendente argentina Martina Dominici. Na soma de todos os quatro aparelhos, ela ficou com 53,100, apenas 0,200 a frente de Flávia Saraiva, que ficou com a medalha de prata. Jade Barbosa conquistou o bronze com 52,466.

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Com os resultados desta segunda-feira, o Brasil garantiu presença em todas as finais por aparelho. No solo, quatro atletas do país ficaram entre as cinco melhores, mas, como o regulamento só permite duas por nacionalidade na final, se classificaram Anna Júlia Reis, primeira colocada com 13,430, e Flávia Saraiva, segunda com 13,370. Jade Barbosa (13,030) e Carolyne Pedro (12,970), que ficaram, respectivamente, em quarto e quinto, ficaram de fora da disputa por medalha. A intusa no meio das brasileiras foi Martina Dominici, que ficou em terceiro com 13,100.

Na trave de equilíbrio, as brasileiras conseguiram as quatro melhores notas. Flávia Saraiva (13,870) e Jade Barbosa (13,130) avançaram para a final. Thaís Fidélis (12,830) e Anna Júlia Reis (12,830), que ficaram em terceiro e quarto, ficaram de fora da disputa pelo pódio, assim como Carolyne Pedro, que ficou em sétimo.

Nas barras assimétricas, o melhor desempenho foi de Flávia Saraiva, que avançou para a final em primeiro lugar com 13,430. Jade Barbosa, que ficou em quarto com 12,830, também se classificou. Carolyne Pedro, que ficou em sétimo, Luíza Domingues, em 10º., e Thaís Fidelis, em 12º., se despediram da competição.

O salto foi o único aparelho que não foi dominado pelas brasileiras. A argentina Martina Dominici se classicou com a melhor nota: 14,030. Luíza Domingues, terceira colocada com 13,670, e Carolyne Pedro, quarta com 13,530, foram as brasileiras que se classificaram para a final. Flávia Saraiva, Jade Barbosa e Thaís Fidélis fizeram a mesma nota, 13,470, e terminaram empatadas em quinto lugar.

 

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