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Dayanne SILVA

NASCIMENTO
SÃO TOMÉ/RN
IDADE
28
ALTURA
1,52m
PESO
41kg
PARALIMPÍADA
PARAPAN
3
CLUBE
GRÊMIO NÁUTICO UNIÃO/BRA
PARAPANS
Toronto 2015(50m borboleta S6)
Lima 2019(50m borboleta S6)
Guadalajara 2011(50m borboleta S6)
Foi através de Francisco Avelino, amigo da família e medalhista paralímpico nos Jogos de Atenas em 2004 que a jovem potiguar Maria Dayanne Silva decidiu entrar no mundo da natação. Possuindo uma má formação nos membros superiores, foi com treze anos de idade que Dayanne teve seu primeiro contato com a natação paralímpica, onde provavelmente naquela época sequer imaginava que não precisaria de muito tempo de carreira para alcançar grandes feitos no esporte.
Com um ano de treinamento, já estava disputando torneios escolares. Pouco tempo depois, aos dezessete, já fazia parte de sua primeira seleção brasileira com a equipe juvenil que disputou o ParaPan da categoria, disputado em Bogotá na Colômbia. Lá, conquistou suas primeiras medalhas internacionais, um ouro e um bronze. De sucesso na categoria juvenil para sucesso na categoria absoluta e com destaques para as conquistas em sua principal prova, os 50 metros borboleta da categoria S6, foi tudo muito rápido.
É na distancia que Maria Dayanne conquistou seus principais resultados na carreira. Em três edições seguidas de ParaPans, três medalhas, uma de cada cor. Um bronze em Guadalajara, sua primeira edição, seguida de sua maior consagração, ouro em Toronto 2015 com direito a recorde das Américas na prova até então, e a medalha de prata em Lima 2019, a conquista mais recente.
Recordista nacional não só nos 50 borboleta mas também nos 100 costas, a potiguar é companheira de clube de duas das grandes nadadoras paralímpicas do Brasil, as campeãs mundiais Maria Carolina Santiago e Susana Schnarndorf. Isso com certeza será um grande incentivo para que Dayanne atinja os índices necessários para ir aos Jogos de Tóquio 2020.
O foco inicial para a temporada atual, segundo a própria nadadora, é melhorar cada vez mais os próprios tempos, vencendo cada dia a si mesma, para então assim ficar cada vez mais perto das marcas mínimas para os Jogos Paralímpicos. Se depender da determinação, foco e da força de vontade de Dayanee, já podemos carimbar o passaporte dela para terras japonesas.